quarta-feira, 24 de junho de 2009

Uma música doce e lembraça de primos
O som desafinado do violão meia boca
E as gargalhadas descaradamente íntimas
Cócegas!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Eu quero me acabar numa cachoeira!!

Quero me jogar do alto de uma montanha e me fazer pássaro.
Sentir o vento nas pálpebras e no céu da boca.
Eu quero me acabar numa cachoeira!!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

As tears go by

"It is the evening of the day
I sit and watch the children play
Doing things I used to do
They think are new"

Esse trecho me representa ...

Rolling Stones - As Tears Go By

sábado, 6 de junho de 2009

Odeio reformas II

Odeio reformas! Nesses dois últimos dias tenho usado esta frase como ponto final e acho que vou continuar usando-a por mais três dias, isso se eu não decidir fugir de casa, ou quem sabe de estado, país, planeta!
Minha casa está um caos. Minha mãe descobriu um furinho na parede e logo tratou de chamar um pedreiro pra praticamente fazer uma parede nova. Não contente, resolveu pintar as paredes do meu quarto, as quais eu insisti que fossem da mesma cor de antes, argumentando que caso contrário não conseguiria dormir, e não conseguiria mesmo.
Pra completar, ela ainda mandou fazer uma guarda-roupa-escrivaninha-mesa de estudos, acredite! Três móveis em um! Assustador... Já tentei imaginar como este seria, mas minha imaginação não é suficiente para tanto.
Chego da universidade e vejo minha casa em completo estado de sítio! Acho que minha mãe revolucionou a física... Esse papo de que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço... Isso era no passado! Minha mãe conseguiu colocar todos os móveis e bregueços que havia no meu quarto no quarto dela. Dois quartos ocupando o lugar de um, assustador! Fico tonta e enjoada toda vez que entro lá. É psicodélico demais pra minha cabeça.
E os espirros?!? Três a cada minuto! Espirro mentalmente só em pensar que partículas de areia entram pelo meu nariz a cada vez que respiro, logo depois, espirro de verdade.
Bem, isso só serve pra constatar que eu sou mesmo uma pessoa cheia de nóias. Sou meio altista ou altista por opção, como diz certa comunidade no Orkut. Odeio mudanças e acima de tudo: Odeio reformas!

Atchin!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Odeio reformas

Sou meio altista, odeio quando mudo minha rotina. Odeio ainda mais quando mudam a minha rotina. Veja bem, quando falo em rotina refiro-me aos meus rituais na hora de deitar e de acordar. Acredito que muitas pessoas tenham esses rituais. Não igual aos meus, claro.
Quando o sono vem, geralmente estou ao computador, porque já foi o tempo em que a TV prendia minha atenção, então meu ritual começa ao desligar o computador e conferir pelo menos três vezes se este está mesmo desligado.
Depois vou à cozinha. Bebo meio copo d’água, checo os botões do fogão pra ver se estão todos desligados (morro de medo de vazamento de gás), pego outro copo d’água e o levo para o meu quarto.
Chegando ao quarto, ligo a luz e ponho o copo na estante. Vou ao banheiro. Volto para o quarto. Desligo a TV e o DVD da tomada, porque aquela luzinha vermelha me irrita profundamente. Então bebo dois goles d’água, deito na cama, estalo meus dedos e tento dormir, ufa!
Ao acordar, acordo sozinha. Se alguém me acordar, passo o resto do dia mal-humorada! Vou ao meu banheiro, pois só gosto de banhar nele. Adoro o modo como a luz do sol entra pelo basculante. Tomo meu banho ouvindo sempre as mesmas três músicas seqüenciais, escovo meus dentes e saio do banheiro. Volto pro quarto, passo uma loção nos braços, um creme nas pernas, desodorante, me visto e me mando feliz da vida para a universidade.
Hoje eu fui acordada. Banhei em outro banheiro. Não ouvi as músicas de sempre na hora do banho. Troquei os cremes e fui puta da vida para a universidade.

Conclusão: Não gosto de pedreiros que chegam à sua casa às seis da manhã e mudam sua rotina.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Culpa da leitura

Interessante quando você pega uma folha em branco e não tem absolutamente nada pra dizer. É como se fosse um filme bem trash, no qual você nunca sabe a próxima merda que vem. Mas não tem nada a ver com filme.
Você olha os caracteres diminuindo, diminuindo, diminuindo, mais parecendo uma contagem regressiva e quando eles acabam você percebe o quão vazio e sem sal é o seu texto.
Você ri! Afinal, não vai chorar só porque fez um texto ruim, vai?!? Nada! Ninguém lê mesmo... E já foi provado que profissão de escritor não garante a vida de ninguém, exceto um Paulo Coelho da vida, afinal o cara é bruxo! Fazer uma pessoa ler seu livro é bem mais fácil que fazer ventar, não é mesmo?!? Rá!
Então você ri e lembra que nesta manhã perdeu dois ônibus só porque estava lendo. Lembra o quanto as pessoas da parada de ônibus são insensíveis e egoístas, quanto menos gente entrar no ônibus melhor, claro!
Bando de egoístas safados! Ainda compro um carro e me vingo da menina que estava ao meu lado, rindo da minha cara e que ainda soltou “Quem mandou você ler?!?”
Realmente, o mundo não é justo para as pessoas que lêem. Os livros são caros, somos obrigados a exercitar nossa imaginação, injustamente nos tornamos pessoas um pouco mais inteligentes, sonhadoras e irônicas que as demais, temos uma vida social muito atípica, sabe... Conversas interessantes e construtivas, o que é quase um crime, e é claro: somos sumariamente ignorados pela aglomeração de corpos na parada de ônibus.
Não entendo como tudo pode ser interessante e ao mesmo tempo perigoso. Ah, eu entendo sim, é que eu queria fazer um pouco de drama. Pois bem, a verdade é que ler realmente apresenta riscos e o maior de todos é perder o ônibus. Agora eu já aprendi, amanhã deixo o Rubem Braga na mesa do meu quarto. De castigo.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Umas poucas palavras

Não consigo parar de ouvir essa música... Nossa como eu gosto dela...
E como eu gosto de mim nesse momento...
Como estou esperançosa e ao mesmo tempo perdida.
Nada importa muito. Pra mim nunca importou.
Sou egoísta, admito.Todo mundo é.
Não sei o motivo de tantas frases curtas.
Acho que estou ficando mais objetiva. Ou seria mais vazia?!?

Estou ficando uma pessoa de poucas palavras.
Pelo menos nunca fui uma de meias...

Só quando estou com frio...


The Rolling Stones - Miss You